jueves, 14 de diciembre de 2017

MANIFESTACIÓN DE LA RII ANTE ACONTECIMIENTOS POLICIALES QUE AFECTAN A UNIVERSIDADES BRASILEÑAS
La Red Iberoamericana de Investigadores sobre Globalización y Territorio (RII), que congrega a investigadores de universidades y centros de investigación de países de América y de la Península Ibérica, con gran presencia de investigadores brasileños, manifiesta su indignación por la violencia en el uso de conductas coercitivas de gestores de la Universidad Federal de Minas Gerais, determinada por las autoridades brasileñas, en una operación que adelanta probables desvíos en la construcción del Memorial de la Amnistía.
Se empleó, indebidamente, una “conducta coercitiva” de servidores, y que,  según el propio Código de Procesos Penales Brasileño, sólo puede ser aplicada si la persona citada se rehúsa a comparecer a un interrogatorio, o que, de acuerdo con los relatos oficiales de la UFMG, no fue lo que ocurrió.
Las universidades constituyen espacios para la generación de conocimientos plurales y democráticos, por lo tanto, de pensamiento crítico, y no pueden convivir con actitudes que puedan ser usadas para cercenar la libertad de acción.
De esta manera, la RII se solidariza con las manifestaciones de los dirigentes, investigadores, estudiantes y servidores universitarios que identifican en las acciones coercitivas y en otros casos recientemente ocurridos en universidades brasileñas, fuertes señales de recrudecimiento de políticas antidemocráticas en Brasil, que ponen en riesgo el Estado Democrático de Derecho.
En esta oportunidad los investigadores ibero-americanos se sienten también afectados por tales medidas y se manifiestan en contra de cualquier acto que impida la libertad del ejercicio de las actividades académicas, y el ejercicio pleno de las funciones de los investigadores y de la difusión científica de sus resultados a la sociedad internacional.

Prezad@s colegas:

MANIFESTAÇÃO DA RII ACERCA DOS ÚLTIMOS ACONTECIMENTOS POLICIAIS QUE ENVOLVERAM UNIVERSIDADES BRASILEIRAS
 A Rede Iberoamericana de Investigadores – RII, que congrega pesquisadores de universidades e centros de pesquisa dos países da América e da Península Ibérica, com grande presença de pesquisadores brasileiros, vem manifestar a sua indignação com a violência no uso da condução coercitiva de gestores da Universidade Federal de Minas Gerais, determinada por autoridades brasileiras, em uma operação que apura possíveis desvios na construção do Memorial da Anistia.
Empregou-se, indevidamente, a “condução coercitiva” de servidores, o que, segundo o próprio Código de Processo Penal Brasileiro, só pode ser aplicada se a pessoa citada se recusar a atender a intimação ao interrogatorio, o que, de acordo com os relatos oficiais da UFMG, não foi o que ocorreu.
As universidades constituem locais de geração de conhecimentos plurais e democráticos, portanto de pensamento crítico e não podem conviver com atitudes que possam ser utilizadas para cercear a liberdade de ação.
Dessa maneira a RII se solidariza com as manifestações dos dirigentes, pesquisadores, estudantes e servidores que identificaram nas ações coercitivas e em outros casos recentes ocorridos em universidades brasileiras, fortes sinais de recrudescimento de políticas antidemocráticas no Brasil, e pondo em risco o Estado Democrático de Direito.
Nesta oportunidade os pesquisadores ibero-americanos sentem-se também afetados por tais medidas e continuarão a se manifestar contra quaisquer atos que impeçam as livres atividades acadêmicas, o amplo exercício da função dos pesquisadores e a difusão científica dos seus resultados à sociedade internacional.
México, 10 de diciembre de 2017.
Comité Científico y Coordinadores de Grupos Temáticos de la RII:
·         Carlos A. de Mattos (Chile). Presidente.
·         Alicia Inés Castagna (Argentina).
·         Ángela Penalva Santos (Brasil).
·         Carlos Alberto Abalerón (Argentina).
·         Carlos Brandão (Brasil).
·         Carmen Imelda González Gómez (México).
·         Clélio Campolina Diniz (Brasil).
·         Danilo Veiga (Uruguay).
·         Darío Restrepo Botero (Colombia).
·         Edgard Porto Ramos (Brasil).
·         Inmaculada Caravaca Barroso (España).
·         Mabel Manzanal (Argentina).
·         María Elina Gudiño (Argentina).
·         Maria Encarnação Beltrão Sposito (Brasil).
·         María Lidia Woelflin (Argentina).
·         María Lucia Refinetti Rodrigues Martins (Brasil).
·         Pablo Ciccolella (Argentina).
·         Ricardo Méndez del Valle (España).
·         Rosa Moura (Brasil).
·         Rosario Rogel Salazar (México)
·         Ryszard Rózga Lúter (México).
·         Silvia Gorenstein (Argentina).
·         Sergio González López (México). Coordinador General.

RII
Red Iberoamericana de Investigadores sobre Globalización y Territorio 

Sergio González-López

domingo, 26 de noviembre de 2017

CONCURSO FOTOGRAFIA - AGE

A continuación les adjuntamos dos enlaces con la presentación de las bases del concurso de Fotografía "Explica Geografía con tus fotos" de la Asociación de Geógrafos Españoles (AGE). Está dirigido para el alumnado de la ESO y Bachillerato. 

https://drive.google.com/open?id=1TyPXnLInZa9sHbRKKXbVI8a0mmBJRV4K

https://drive.google.com/open?id=1OHmHV2JfGAiS8b1nnBk8stZkxBmnFUmk


domingo, 19 de noviembre de 2017

Premios para ensayos educativos. Puede ser una oportunidad para las experiencias de Nós Propomos!

Para os colegas de NóS Propomos, en especial:
Se encuentra abierta la recepción de trabajos para el
«PREMIO IBEROAMERICANO DE ENSAYO, INVESTIGACIóN Y EXPERIENCIAS SOBRE
CALIDAD DE LA EDUCACIóN», que tiene como objetivo premiar los mejores
trabajos escritos inéditos relacionados con la calidad de la educación en
cualquiera de las tres modalidades siguientes: ensayo, investigación o
experiencias. Se anexa la convocatoria
Más información aquí:
https://proyectocalidadedu0.wixsite.com/proyecto/premio-calidad-educacion

sábado, 16 de septiembre de 2017

Manifesto dos professores de Brasil

Manifesto dos docentes reunidos no XIII ENPEG, em Belo Horizonte, contra as políticas educacionais do governo Temer
Nós, docentes de geografia, reunidos no XIII Encontro de Prática de Ensino de Geografia (ENPEG 2017) e apoiadores, vimos nos pronunciar veementemente contrários à agenda política do governo Temer para a educação, sobretudo:
1- A Lei 13.415/2017, de Reforma do Ensino Médio, que desmonta a educação pública básica e superior, em especial o ensino médio, ao impactar, de maneira negativa, as políticas de financiamento da educação básica e a carreira docente. Além disso, a Lei é omissa em relação a disciplinas importantes à nossa cultura escolar, como é o caso da Geografia, ao atrelar a oferta das disciplinas à BNCC e aos interesses dos governos estaduais e municipais;
2- A Base Nacional Comum Curricular, elaborada de maneira obscura e impositiva, desconsidera importantes instituições representativas do campo acadêmico e científico e, sobretudo, professoras e professores da educação básica. Importante destacar que essa Base, além de ter um caráter prescritivo, também produz um apagamento das diferenças e diversidades presentes no nosso país, apesar de anunciar o contrário;
3- O esvaziamento da concepção de docência, que institui o “notório saber” e que ao vincular a formação de professores à BNCC, fere a autonomia pedagógica das universidades e da escola básica. Do mesmo modo, desconsidera o caráter intelectual da atividade docente e seu protagonismo frente à construção dos currículos nas escolas. Destacamos que Lei 13.415/2017 e a BNCC, vistas em conjunto e em cada medida adotada, criam condições favoráveis à entrega do setor da educação pública aos agentes privados. Esse processo aponta, ainda, para a formação de racionalidades servis e para a mercantilização da educação.
Sendo assim, nos somamos aos diversos manifestos já produzidos por entidades representativas, como a Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd), a Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Geografia (ANPEGE), o Fórum Nacional de Diretores de Faculdades, Centro de Educação ou Equivalentes das Universidades Públicas Brasileiras (FORUMDIR) e a Associação de Geógrafos Brasileiros (AGB) – GT de Ensino da Seção São Paulo, GT de Ensino da Seção Niterói e GT Educação da Seção Rio de Janeiro –, posicionadas contra as políticas educacionais acima descritas e também repudiamos veementemente a instrumentalização de setores das universidades públicas na consecução e legitimação de tais políticas.

viernes, 23 de junio de 2017

Os incendios mortais em Portugal

Colocamos um informe realizado pelo noso colega Sérgio Claudino sobre os incendios em Portugal. A gravidade dos feitos implica a decisão de publicar este tipo de noticia.

https://drive.google.com/file/d/0B_IuEakR7Q8KS1UwVFB3c1RMaFk/view?usp=sharing